26/03/2010 às 09h55min - Atualizada em 26/03/2010 às 12h20min

Pitty - Lançamento vinil

Pra quem está acostumado a ouvir música em MP3 Players ou Ipods e comprar o CD do seu artista favorito, fica difícil imaginar que, há poucas décadas, a vitrola tinha espaço garantido na sala ou no quarto da casa dos seus pais e avós. A tecnologia enfiou os vinis e as enormes caixas de som no baú e o tempo os cobriu com muita poeira.

Mas, antes que os discos tivessem espaço apenas na conversa dos saudosistas, a carioca Polysom, única fábrica de vinis da América Latina, fechou uma parceria com a gravadora Deckdisc e, há um ano, planeja o retorno dos LPs ao mercado. Após reformas e reuniões, quatro títulos chegaram às lojas no formato. Entre eles, Chiaroscuro, da Pitty.

No último dia 23, a baiana compareceu à livraria Cultura, na Avenida Paulista, em São Paulo, para autografar a novidade. No Twitter, a cantora agradeceu a presença dos fãs e comemorou as mais de 30 unidades que “riscou”. “O que foi aquilo na Cultura? Lindo!”, escreveu a cantora, que dividiu a noite e o espaço nas prateleiras com os vinis de Fernanda Takai, Cachorro Grande e Nação Zumbi.

Se você ainda resiste em colocar a mão no bolso para comprar um vinil (cada unidade custa, em média, 75 reais), é a própria Pitty quem apresenta argumentos para a vitrola voltar a funcionar na sua casa. “O processo é para os amantes da música: tirar a ‘bolacha’ da capa, colocá-la no prato e vê-la girar, perceber o barulhinho da agulha quando encosta no disco, levantar para trocar o lado e, principalmente, absorver freqüências sonoras mais encorpadas”. Vai resistir?

 Fonte: Jovem Pan.

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