06/11/2017 às 16h20min - Atualizada em 06/11/2017 às 16h20min

Jovem invade escola armado e abre fogo em estudante

Conforme primeiras informações, rapaz cometeu o crime porque sentiria ódio da menor.

News 365

A estudante do ensino fundamental Raphaella Novinski, de apenas 16 anos, foi assassinada nesta segunda-feira (6) dentro de uma escola estudal em Alexânia, no estado de Goiás. O crime foi cometido pelo jovem Misael Pereira Olair, de 19 anos, que teria invadido a instituição de ensino e teria atirado 10 vezes contra o rosto da vítima. O rapaz foi preso em flagrante. Conforme as primeiras informações das investigações, o suspeito sentiria "ódio" da menor e por isso, decidiu comprar uma arma para matá-la. 

Misael era ex-aluno do colégio 13 de maio, onde o caso aconteceu. Já Raphaella estava no nono ano do ensino fundamental. A delegada que investiga o crime, Rafaela Wiezel, acredita que o real motivo é passional. Ainda segundo os primeiros fatos, Misael e Raphaella seriam conhecidos de longa data. Em algum momento, o rapaz quis namorar a menor, no entanto, acabou rejeitado. Isso fez com que Misael passasse a odiar a vítima, até acabar cometendo o crime.

O crime aconteceu ainda no início da manhã desta segunda-feira. Misael entrou na escola, por volta das 8h15, e invadiu duas salas de aula. Na primeira, o rapaz não encontrou a vítima. Já na segunda, localizou Raphaella e efetuou os disparos contra a v&iaítima. 

Assim que a Polícia Militar foi acionada, a Secretarial Estadual de Educação, Cultura e Esporte (Seduce) quis primeiro tranquilizar a todos, afirmando que não foi um novo tiroteiro, como o que aconteceu em Goiânia, ainda no final de outubro. Logo a primeira informação divulgada foi de que houve apenas uma vítima no crime ocorrido em Alexânia. Depois disso, as autoridades seguiram o roteiro padrão e avisaram a família de Raphaella. 

Para lidar com o crime e também com o medo de crimes cometidos dentro de escolas, a Seduce pediu o apoio de três psicológas e de uma assistente social para apoiar e ajudar a comunidade de alunos, professores e familiares do colégio 13 de maio. A Seduce ainda fez questão de afirmar que possui câmeras de segurança e vigiar noturnos para promover a paz no ambiente escolar. 

Já Misael, segue detido, agora, com a companhia de um advogado. O jovem está sendo procurado por diversos veículos de imprensa para dar declarações. No entanto, até o momento, o suspeito não quer comentar o episódio. 

 


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