03/11/2017 às 20h18min - Atualizada em 03/11/2017 às 20h18min

Corpo de jovem morta após dar carona combinada por WhatsApp é velado em Guapiaçu

Kelly Cristina Cadamuro foi encontrada seminua em um córrego entre Frutal e Itapagipe, no Triângulo Mineiro. Suspeito confessou ter entrado em grupo de carona para roubar e matar jovem.

G1

O corpo da radiologista Kelly Cristina Cadamuro, de 22 anos, encontrado após ela desaparecer ao dar carona a um homem que conheceu em um grupo do WhatsApp, está sendo velado no Velório Municipal de Guapiaçu (SP) desde a madrugada desta sexta-feira (3). O enterro está previsto para ocorrer às 13h, no cemitério da cidade.

Kelly desapareceu na tarde de quarta-feira (1°), mas câmeras de segurança de um pedágio em Minas Gerais registraram o momento em que ela passa por uma das cancelas dirigindo o carro. Mais tarde, o veículo retorna no sentido contrário sendo conduzido por um homem. O corpo da jovem foi encontrado na tarde desta quinta-feira (2) em um córrego entre Frutal e Itapagipe

Três suspeitos de envolvimento na morte da jovem foram presos em São José do Rio Preto (SP), na madrugada desta sexta-feira, e um deles confessou ter entrado no grupo de caronas para roubar e matar a jovem.

Segundo a PM, Kelly foi encontrada nua com sinais de estrangulamento em um córrego entre as cidades de Frutal e Itapagipe, no Triângulo Mineiro.

A calça que ela usava no dia do desaparecimento foi achada a cerca de 3 Km de distância do corpo pelo namorado, que mora em Itapagipe, e havia alertado Kelly para tomar cuidado ao dar carona.

Segundo a família disse à polícia, ela fez o último contato quando parou para abastecer o carro em um posto localizado na BR-153.

Durante a madrugada desta sexta-feira (3), três suspeitos de cometer o crime foram presos na zona norte de Rio Preto (SP). Um deles confessou ter entrado em um grupo de WhatsApp com a intenção de roubar e matar a jovem, segundo informações da polícia.

Imagens das câmeras de segurança de um pedágio da rodovia que liga os estados de São Paulo e Minas Gerais, ajudaram a polícia a encontrar os suspeitos.

"As fotos que obtivemos na concessionária foram determinantes para localizar os suspeitos" afirma o subtenente Luís Ferreira, da Polícia Militar.

Além do homem que confessou ter entrado no grupo de carona, outro disse que ajudou a matar a jovem, e o terceiro preso comprou os objetos roubados da vítima. Os três têm passagens por roubo.

Jonathan Pereira do Prado, que confessou o latrocínio, estava foragido do Centro de Progressão Penitenciária desde março deste ano.

 


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