23/02/2017 às 17h26min - Atualizada em 23/02/2017 às 17h26min

Bombeiros de C. Procópio evitam incêndio de grandes proporções no Conjunto Mutirão

fonte:Anuncifácil

Na tarde de terça-feira (21), enquanto combatiam um incêndio ambiental na Rua Paraíso, próximo à área central de Cornélio Procópio, por volta das 16h30, à equipe do Corpo de Bombeiros foi informada de um novo incêndio, desta vez em um barraco localizado no 
Conjunto Mutirão.

De acordo com o SD Marcos Mendes do CB, por sorte o primeiro incêndio já havia sido controlado e extinto, devido a isso, a equipe se dirigiu ao local, solicitando apoio de mais um caminhão de maior capacidade, este carregado com cerca de dez mil litros de água, o qual rapidamente se dirigiu bairro.

Segundo Mendes, já no local, a equipe se deparou com o barraco, que servia com espécie de depósito para guardar entulhos e materiais diversos, tendo boa parte da estrutura tomada pelo fogo e com a ajuda do caminhão que chegou logo em seguida, foi dado início ao combate, que durou cerca de três horas até ser controlado.

Após ser extinto, restou aos bombeiros o trabalho de rescaldo, pois havia casas ao redor e se o fogo voltasse, certamente as atingia e uma caminhonete que foi encontrado próximo, o qual foi retirado do local.

Para o bombeiro, o risco de um incêndio de grandes proporções era evidente, visto que o tempo quente, a força dos ventos e outros fatores, como a existência de vários objetos inflamáveis estarem no local poderiam ter colaborado para propagar o fogo, que graças à ação rápida da equipe, foi evitado.

O fogo teria começado com o proprietário do barraco, que reside ao lado e tentava exterminar uma colmeia de abelhas próprios, que hoje é considerado crime ambiental e acabou por acidente incendiando o local.

Mendes relatou que anteriormente o Corpo de Bombeiros era solicitado para retirada de abelhas, que ocasionava extermínio, pois na ação fogo era usado para afastá-las e isto colocou os insetos em risco de extinção, por sua vez desiquilíbrio ecológico

Este procedimento foi proibido e atualmente, quando corre problemas de infestação de abelhas, um especialista (apicultor), deve ser acionado e os bombeiros só agem, em caso de risco a vida, quando corre infestação e ataque em locais com grande número de pessoas, ou em escolas, hospitais e outros, mas lembrando, só em caso de risco salientou.

 

 


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