18/02/2015 às 17h12min - Atualizada em 18/02/2015 às 17h12min

EU VIM PARA SERVIR é o tema da campanha da Fraternidade 2015

Anuncifacil

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) anunciou que na “Campanha da Fraternidade 2015”, o tema é “Fraternidade: Igreja e Sociedade”, e “Eu vim para servir” (cf. Mc 10,45).

De acordo com Dom Manuel, Bispo de Cornélio Procópio, este tema vem para retomar e reforçar a consciência para o servir que todos os cristãos devem ter: “Precisamos estar inseridos na comunidade. Precisamos nos envolver com essa dinâmica de se engajar na sociedade. Como um exemplo de ação que podemos fazer para a cidade, cito a mobilização que fizemos para uma Reforma Politica e que retomaremos na Campanha da Fraternidade”

A escolha do assunto tema da Campanha da Fraternidade é pensado muito tempo antes, sendo distinto a cada ano e tendo sempre relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos de solução. Sempre no período da Quaresma, começando na quarta-feira de cinzas e terminado no Domingo de Ramos, ela envolve questões ligadas à sociedade atual.

Seu objetivo é despertar a solidariedade dos féis e também da população em geral, como reforça o Reverendo Bispo: “Ela é de modo especial para os católicos e cristãos, mas essa mensagem da Campanha pode atingir outras crenças e religiões e até mesmo os que não acreditam em Deus, mas que são pessoas de boa vontade. Que todos possam acolher essa proposta de serviço de atuar na comunidade para melhorar a nossa sociedade. E não podemos lutar sozinhos, todos os cidadãos tem que assumir sua responsabilidade”.

De acordo com Dom Manuel: “Todos os organismos da comunidade, as ONGs, Igrejas e entidades que tiveram uma proposta de trabalho que se relacione com o tema e precise de verba; podem fazer um projeto e enviar para aprovação para ter esse subsídio. Isso pode ser no Brasil inteiro”. A coleta realizada nas igrejas, no Domingo de Ramos, em todas as comunidades cristãs católicas e ecumênicas é um gesto concreto para que as discussões sobre o tema possam ter soluções. Essas arrecadações vão para o Fundo Nacional de Solidariedade; 60% dos recursos são destinados ao apoio de projetos sociais da própria comunidade diocesana e 40% dos recursos são revertidos para o fortalecimento da solidariedade entre as diferentes regiões do país. (Redação: Hellen Braga)


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