04/10/2013 às 17h49min - Atualizada em 04/10/2013 às 17h49min

Suspeito de matar catarinense no Paraná é preso em Santa Cecília

Homem foi preso no início da tarde desta sexta-feira (4), em Santa Cecília. Aline Moreira foi morta após pegar carona com o homem, namorado da mãe.

g1.globo.com

O suspeito de matar Aline Moreira, de 18 anos, foi preso em Santa Cecília, entre a Serra e o Planalto norte de Santa Catarina, no início da tarde desta sexta-feira (4). José Ademir Radol namorava a mãe da jovem, que foi encontrada morta em Rio Negro, na região metropolitana de Curitiba. 

O corpo de Aline foi encontrado na terça-feira (1º). Ela morava com a mãe em Mafra (SC) e pegou carona com suspeito na sexta-feira (27) porque precisava ir a Curitiba. A dupla foi vista por um pescador em um matagal da região de Rio Negro, pouco antes do crime. "A testemunha que visualizou os dois contou à polícia que cerca de uma hora depois viu só o rapaz no mesmo local e que ele tentava esconder o rosto", afirmou o delegado Sérgio Luiz Alves, responsável pelo caso.

Homem foi preso em Santa Cecília, SC (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Homem foi preso em Santa Cecília, SC (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Homem foi preso em Santa Cecília, SC
(Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Conforme a agente de polícia Ana Amara Santos, o suspeito foi preso na casa da irmã, no interior da cidade catarinense. "Foram expedidos alguns mandados de prisão em residências de familiares dele. Ele foi encontrado na casa de uma irmã, dentro de um dormitório. Ele não regiu a prisão", disse a agente.

Ainda conforme a policial, após a prisão Radol foi encaminhado para o Paraná. O suspeito e os policiais saíram de Santa Cecília por volta das 14h. "Ele não se pronunciou e estava um pouco assustado", contou a Ana Amara. A prisão foi feita por sete policiais de Santa Catarina e cinco do Paraná.

Ainda segundo as informações do delegado, a mãe conheceu o rapaz pela internet e mantinha o relacionamento havia três meses. O namorado também teria mentido para a mulher sobre a sua identidade. Segundo familiares, José era conhecido da família e não houve nenhum tipo de encontro via internet ou anúncio. Eles alegam que o suspeito e seu irmão eram mecânicos da família há aproximadamente dois anos.


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