29/08/2013 às 17h36min - Atualizada em 29/08/2013 às 17h36min

Consumo de narguilé corresponde a fumar cem cigarros, diz Inca

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O cachimbo foi escolhido como tema do Dia Nacional de Combate ao Fumo, marcado para esta quinta-feira (19). Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), que realiza a campanha de alerta para os riscos de doenças acarretadas pelo tabaco, o consumo de narguilé, em pouco mais de uma hora, provoca a exposição a componentes tóxicos presentes em cem cigarros. Fumar tabaco com o uso do tradicional cachimbo árabe é um costume centenário no Oriente e que recentemente chegou aos bares e cafés brasileiros. Usado principalmente por jovens, o narguilé - que tem aroma agradável consegue disfarçar malefícios que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são mais severos do que os do cigarro. Os especialistas chamam a atenção de que em confraternizações e encontros de amigos, o compartilhamento de cachimbo de boca em boca aumenta as chances de transmissão de doenças graves, como a hepatite C. Pneumologista do Hospital Anchieta e professor da Universidade de Brasília (UnB), Carlos Alberto de Assis Viega diz que a inalação do monóxido de carbono (CO), substância responsável por doenças cardiovasculares, é um dos principais problemas desse tipo de cachimbo. “A fumaça dele tem maior concentração de CO porque, além do tabaco, há o carvão”, explica o médico. Em termos de nicotina, há uma concentração um pouco maior do que a encontrada no cigarro. Informações do Estado de Minas.


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