19/12/2012 às 16h02min - Atualizada em 19/12/2012 às 16h02min

Mulher é supostamente esfaqueada no interior de quarto de motel em Cornélio Procópio

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Agentes do SAMU de Cornélio Procópio foram acionados por volta das 5h da manhã de quarta feira (19), para atenderem a uma vítima de esfaqueamento em um motel as margens da PR 160, na saída para Leópolis.

Chegando ao local, os socorristas encontraram uma mulher sozinha, de nome Silmara Aparecida Batista, 37, muito nervosa, com o corpo coberto de sangue. A princípio a vítima não soube precisar quem foi o autor das facadas, dizendo que durante uma discussão ela foi ameaçada por um homem e que por acidente ela recebeu os golpes na região do estomago.

Ainda segundo a vítima, durante a briga, ela empurrou o autor das facadas e ele escorregou no sangue, possibilitando a sua fuga. A mulher passou então a pedir ajuda, batendo nas portas dos quartos vizinhos que chamaram por socorro.

A mulher perdeu muito sangue e segundo o médico do SAMU, pela gravidade dos ferimentos que sofreu, ele deveria passar por intervenção cirúrgica, o que não foi possível, pois ao chegar ao hospital os médicos não conseguiram operá-la, devido a grande quantidade de álcool que estava presente em seu corpo.

Policias Militares foram chamados e conseguiram abordar e prender o companheiro da mulher, de nome Luiz Carlos Modesto, mas a arma não foi encontrada. Dentro do quarto do motel que o casal usava, os policiais encontraram grande quantidade de bebidas espalhadas.

Na delegacia, o acusado afirmou que a própria mulher se esfaqueou e o caso ficou mais confuso. A princípio Silmara informou que o companheiro havia lhe esfaqueado e depois mudou o depoimento, declarando que ela mesma se feriu, empurrando seu corpo contra a faca, mas o que chamou a atenção de policiais e socorristas é que ela possuia duas perfurações.

Silmara ainda disse que o casal foi para o motel e após beber um pouco começaram uma discussão por motivos banais e sabendo que havia uma faca dentro do carro de Luiz Carlos, ela pediu que ele trouxesse o objeto para dentro do quarto e foi aí que aconteceu tudo.

Todo o caso ficou sob a responsabilidade da Polícia Civil, que abriu um inquérito para apurar os fatos. Luiz Carlos permaneceu preso na 11º SDP até que tudo seja esclarecido.


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