23/11/2012 às 14h35min - Atualizada em 23/11/2012 às 14h35min

Ibaiti e Rancho Alegre têm piores notas no Enem no Paraná

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Localizadas no norte pioneiro, escolas de Ibaiti, Rancho Alegre e Jundiaí do Sul estão entre as que tiveram as piores notas no Enen (Exame do Ensino Médio).

Conforme dados divulgados pelo MEC (Ministério da Educação), no Paraná, os colégios que tiveram os piores resultados estão localizados em Ibaiti (Caetano Munhoz da Rocha Estadual), Santo Antônio do Caiua (Duque de Caxias), Campo Magro (Emilia Buzato), Tibagi (João Francisco da Silva), Prudentópolis (Vila Nova), Toledo ( Vereador Francisco G. de Lima), Campo Mourão (Prefeito Antônio T. Oliveira), Rancho Alegre (Paulina Pacífico Borsari), Jundiaí do Sul  (Nicanor Mendes Bueno) e em Pinhal de São Bento (Presidente Vargas).

Conforme o levantamento do MEC, o colégio cujos alunos tiveram o melhor desempenho no estado foi o Positivo, em Curitiba, que obteve média geral de 686,5491 pontos. Na classificação geral, abrangendo todas as escolas do Brasil, o Positivo ficou na 16ª colocação.

O colégio de Curitiba foi seguido na lista estadual pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e pelo Colégio Universitário, de Londrina, no norte do Paraná, com 655,247 e 647,803 pontos respectivamente.

Já o pior desempenho ficou com o Colégio Estadual Caetano Munhoz da Rocha, em Ibaiti, no norte do Paraná. Os alunos do colégio obtiveram média geral de 399,2295 pontos, nas provas do Enem de 2011.

Conforme os dados, o desempenho das escolas públicas estaduais do Paraná foi bem inferior às privadas. Na lista, a primeira instituição estadual que aparece é o Colégio da Polícia Militar, em Curitiba, que ficou em 27º lugar. Depois do CPM, o próximo colégio estadual que aparece é o Newton Guimarães, em Londrina, apenas na 109ª posição

Como funciona

O Ministério da Educação e Cultura (MEC) divulgou, nesta quinta-feira (22), a lista de desempenho das escolas das escolas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2011. No Paraná, a lista aponta contrastes entre o ensino privado, federal e rede estadual, nas 642 instituições avaliadas.

As notas levam em conta as médias obtidas pelos alunos de cada escola que participaram do Enem em cada uma das quatro provas objetivas (ciências humanas, ciências da natureza, linguagens e códigos, e matemática), e também na redação.

A média final, no entanto, não leva em conta a nota da redação que, segundo o MEC, usa critérios subjetivos e não utiliza a Teoria de Resposta ao Item (TRI), como as outras provas. "Critério de avaliação da redação é muito subjetivo. Levamos em consideração apenas as provas objetivas no cálculo da médio final", disse o ministro Aloizio Mercadante.

O critério utilizado para inclusão de uma escola na lista divulgada pelo MEC é o mesmo do sistema "Prova Brasil", apenas com unidades em que pelo menos 50% dos alunos matriculados e com o mínimo de dez alunos que estavam concluindo o ensino médio participaram do exame. Os números levam em consideração os dados do Censo Escolar.


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