15/12/2011 às 14h22min - Atualizada em 15/12/2011 às 14h36min

Policiais de Curitiba reforçam buscas por criança desaparecida em Cambé.

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UMA FAMILIA ESTA SOFRENDO MUITO NESSE MOMENTO! PRECISAM DE AJUDA URGENTE.

Contato Telefonico, falar com Maria (Avô da criança): (43) 8439-4199

 Procura-se criança chamada JOSEANE PEREIRA DE MORAES, mas atendia também pelo apelido de "GORDA", ela tem 9 anos, mas aparenta ter menos, uns 7 anos, morena clara, cabelos lisos na altura dos ombros.

Desapareceu na festa da Igreja do bairro Ana Elisa 3. Foi vista pela ultima vez acompanhada por duas mulheres desconhecidas

e ninguém mais a viu. Cidade : Cambé - Pr.

Policiais do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride) Curitiba, foram deslocados para Cambé, no norte do Paraná, para ajudar nas buscas de Josiane Pereira, de nove anos, que foi vista pela última vez no sábado (3). Neste fim de semana, a polícia divulgou um cartaz com informações da garota.

 A criança, segundo relatos dos familiares, foi escondida dos pais a uma festa da igreja da cidade. Desde o sumiço, a polícia não obteve nenhuma informação sobre Josiane.

 A mãe da garota, Sirlene de Moraes, afirmou que no dia seguinte ao desaparecimento da filha ela procurou o 1º Distrito Policial de Cambé, no norte do Paraná, e foi orientada a voltar na segunda-feira. O Boletim de Ocorrência (B.O), então, foi registrado quatro dias depois. “Ele falou para eu esperar um pouco para ver se ela aparecia”, afirmou Sirlene.

 A polícia chegou a afirmar que a demora em oficializar o sumiço teria comprometido as investigações. De acordo com a delegada Josane Caldardo, quanto antes a polícia tiver as informações, mais fácil resolver o caso. “É repassado um alerta para os policiais que estão fazendo rondas nas ruas”, afirmou. Caldardo destacou que não é preciso esperar tempo algum para procurar a polícia e ressaltou que a população em casos de emergências pode utilizar os telefones 190,181 e 197.

 A delegada explicou que normalmente as pessoas são atendidas por um interfone, porque na delegacia há 300 presos, e que a mãe, ao conversar com o plantonista, pode não ter relatado a gravidade da situação.


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